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Qual seria o futuro de um país sem a ciência?

Estudantes, gestores de CT&I, professores, parlamentares e entidades acadêmicas protestaram contra os cortes de repasse à ciência brasileira

Durante dois dias, estudantes, gestores de CT&I, professores, parlamentares e representantes de entidades acadêmicas e científicas se reuniram de forma presencial e online para debater os cortes no orçamento da ciência. Os atos integraram uma série de ações organizadas pelo SindGCT, ASCT, ASCON, ASCAPES, ADUnB, UNE e ANPG, SBPC e outras entidades.

A hashtag #SOSCiência alcançou os assuntos mais comentados no Twitter. Além disso, entidades parceiras realizaram mais de 30 atividades mostrando aos mais diversos públicos a importância da ciência para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

O objetivo da mobilização era pressionar o governo e os parlamentares pela recomposição do orçamento da CT&I. Hoje, a principal fonte de financiamento da pesquisa científica no país é o Fundo Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), que vem sofrendo cortes frequentes e contingenciamentos.

"Esse é o momento mais crítico que a estrutura pública de apoio à atividade científica já passou no país desde os anos de 1950", afirmou Joelmo Oliveira, presidente da ASCT.

No dia 7 de outubro, o governo federal redirecionou, a pedido do Ministério da Economia, R$ 690 milhões previstos no PLN 16, que beneficiaria principalmente o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Além disso, cerca de R$ 2,7 bilhões seguem contingenciados, comprometendo a distribuição de novas bolsas e a atividade de fomento à pesquisa.





 
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