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Publicado em 11/09/2019

Os efeitos de curto e longo prazo do corte de bolsas na ciência

Os efeitos de curto e longo prazo do corte de bolsas na ciência

Professora de sociologia da USP, Maria Arminda do Nascimento Arruda fala ao ‘Nexo’ sobre a produção científica brasileira no contexto de contenção orçamentária do governo Bolsonaro

A Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), órgão federal de fomento à pesquisa ligado ao Ministério da Educação, anunciou na segunda-feira (2) um novo corte de bolsas de pós-graduação no Brasil.

O governo federal cortou desta vez 5.613 bolsas de mestrado e doutorado. São bolsas que estavam em período de renovação e o governo resolveu extinguir, sem atender a um novo projeto ou um novo pesquisador. Até o fim de 2019 nenhum novo projeto vai começar a ser financiado pela Capes, que planeja economizar R$ 37,8 milhões neste ano com a medida.

É a terceira leva de corte de bolsas federais em 2019, sob o governo de Jair Bolsonaro. Incluindo o corte mais recente, são ao todo 11.811 bolsas de mestrado e doutorado extintas no ano.

Veja o texto na íntegra: Nexo Jornal





 
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